Uma parte da população brasileira sabem identificar letras e/ou números em um texto, mas não conseguem ler e compreender o que está escrito, são os chamados analfabetos funcionais. “Desde 2001, ano em que começou o Inaf, o total de brasileiros de 15 a 64 anos que chegaram ao ensino médio aumentou de 24% para 40%, e ao ensino superior, de 8% para 17%. Apesar de a população ter, hoje, mais anos de estudo, o índice daqueles plenamente capazes de se comunicar pela linguagem escrita segue igual — só 12% têm nível proficiente (o mais alto). Entre os que terminaram o ensino médio, 13% são analfabetos funcionais e, entre os que têm ensino superior, 4%.” “A pesquisa mostra ainda avanço tímido na redução de analfabetos funcionais entre os jovens. Na faixa de 15 a 24 anos, os resultados são melhores, com 12% de analfabetos funcionais. “Há melhora, mas ainda não pode ser comemorada porque só 16% terminam os estudos com a plena capacidade de se comunicar”.

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